REALIDADE VIRTUAL

Seria nosso futuro como um filme de ficção?

Há quase um século o ser humano vem utilizando escapes à sua realidade.

Um dos conceitos mais interessantes, que voltou a entrar em pauta na última década, é a realidade virtual.

O termo realidade virtual, cunhado por Jaron Lanier no início dos anos 80, pode ser entendido como: diferenciar simulações tradicionais feitas por computador de simulações envolvendo múltiplos usuários em um ambiente compartilhado.

Embora ainda esteja engatinhando, esse tipo de tecnologia não é novidade. Na década de 60 já se desenvolviam Sensoramas: máquinas de tecnologia multissensorial imersiva, onde o usuário se sentava por detrás da mesma e, ao olhar por uma fresta, tinha uma experiência quase que virtual.

Muitas obras de ficção, como o jogo de RPG dos anos 80 Cyberpunk 2020, ou o romance de ficção científica Neuromancer, tratam a realidade virtual como o declínio da raça humana, ao menos como a conhecemos, resultado da nossa desenfreada manipulação sobre a tecnologia (bem como todas as outras que seguem na evolução tecnológica).

A tecnologia na prática.

A verdade é que, hoje, poucos são os casos em que utilizamos a realidade virtual senão para ambientes de testes científicos ou de necessidades médicas muito pontuais.

Derivado da realidade virtual, surgiu o conceito de realidade aumentada, que nada mais é do que trazer ao mundo físico as projeções de objetos virtuais, algo já visto em diversas outras obras, como Star Trek por exemplo.

Embora exista há tanto tempo, esse tipo de tecnologia sempre foi limitado pelo seu próprio desenvolvimento, e nos vimos presos a nossa imaginação.

Após quase 50 anos, a realidade virtual parece pouco ter evoluído e o mercado, em 2019, no que diz respeito a essa tecnologia, ainda é morno.

Todavia, as previsões para realidade virtual na próxima década são estonteantes. Afinal, não é só para recursos médicos que ela se mostra promissora: empresas como Sony, Microsoft, Facebook e Google apostam alto nesse mercado.

Então o que esperar da realidade virtual?

Com a chegada da nova geração de consoles, o streaming crescendo abruptamente nos últimos cinco anos e a velocidade média de internet aumentando em todo o mundo, as expectativas são boas.

Pense em todas as possibilidades que a realidade virtual traz consigo com relação ao entretenimento.

O poder de simular um mundo inteiro virtualmente, como já vimos antes em Matrix, parece não ser mais algo da ficção, senão a prévia de um futuro próximo – até mais do que imaginamos.

Imagine o quão disruptivo será chegar em sua casa, tirar seus calçados, sentar-se no sofá e acessar a Netflix para assistir uma série ou filme, mas ao invés de apenas acompanhá-lo de fora da tela, poder vivê-lo em primeira pessoa, como protagonista.

Ainda acima disso, poderemos partilhar mundos virtuais inteiros, como em jogos online, onde você, como um avatar, poderia encontrar outras pessoas e interagir com elas, algo que já ocorre hoje em jogos online como World Of Warcraft, mas não com uso da realidade virtual.

Isso expandirá essa experiência a níveis nunca imaginados, devido à presença “semifísica” no local, ainda que virtual, e o poder de ser quem quiser num ambiente assim, algo já imaginado em obras como Sword Art Online, e o recente filme de Steven Spielberg, Jogador Número Um.

É difícil conceber um mundo onde esse tipo de liberdade não seja um total sucesso, dada a magnitude de possibilidades que essa tecnologia trará consigo.

Resta-nos esperar que todos os romances de ficção científica estejam errados, e que saibamos controlar essa tecnologia, e não o contrário, para que possamos assim desfrutar da grandiosidade que a realidade virtual pode oferecer aos diversos campos de importância do desenvolvimento humano.

 

Jean Rocha,
Desenvolvedor Front-end.

5 dicas para uma campanha digital de sucesso

Planejar, projetar e implementar campanhas de marketing visuais com resultados eficazes é o nosso objetivo e queremos compartilhar breves dicas em que apostamos para colher belíssimos frutos. Não estamos falando em fórmulas secretas, mas em gerar boas negociações. Confira:

 

1. Conheça o seu público.
Você precisa saber o que ele faz, a linguagem que utiliza para se comunicar e como é a sua aceitação com novos produtos e serviços. Adeque linguagem e forma de contato com alguns perfis de consumidores diferentes, mostre os valores e as ideias das marcas e como elas lidam com o mundo

 

2. Trace planos.
Elabore um sistema que funcione para sua equipe. Desenvolva um cronograma de metas para que todos os envolvidos compreendam suas necessidades.

 

3. Realize um benchmarking.
Veja o que os seus concorrentes estão dizendo e misture conteúdo e serviço, focando em gerar leads e vendas para convertê-los em novos clientes.

 

4. Aprenda com os resultados.
Utilize ferramentas de análise para calcular suas métricas e indicadores. Os mais importantes indicadores de marketing digital são chamados KPIs (Key Performance Indicator) ou Indicadores Chave de Performance.

 

5. Use e abuse de links patrocinados.
O Ads (link patrocinado) é uma forma de anúncio diferente dos tradicionais porque ele não tem o propósito de vender, inicialmente. A ideia central é catalisar o tráfego. Muito se fala em funil de vendas e essa ferramenta funciona como uma isca para atrair o cliente para a compra.

O marketing digital abre novas possibilidades. Crie a sua história!

 

Adriana Pinheiro
Redatora/Locutora

O caminho para conquistar o ROI esperado

Existem muitos fatores que podem deixar suas campanhas nas mídias sociais no topo ou fazer exatamente ao contrário. Conhecer as principais diretrizes e tudo que envolve o ambiente comunicacional no digital é o começo para um bom desempenho e se destacar entre as demais.

Quando fala-se Social Media, o termo está muito associado ao Facebook, Linkedin, Instagram, Google e Blogger, mas para obter resultados relevantes vai muito além disso, e é importante que todas as estratégias estejam falando a mesma língua para que não haja falha na comunicação e, consequentemente, no resultado.

O SEO (Search Engine Optimization), por exemplo, aliado ao seu site, nada mais é que um compilado de estratégias para fazer com que ele fique bem ranqueado, por meio de pesquisas de palavras-chaves.

O SEM (Search Engine Marketing) é o compilado de estratégias que visam potencializar e melhorar o posicionamento pago do site nos buscadores e nas redes sociais.

Nas Mídias Sociais, o conteúdo relevante é o que oferece interação com fãs e seguidores. Lembrando que nestes canais, a venda não é o principal foco. Mas, claro que explorar as ferramentas para tentar a conversão é válida. O interessante é trabalhar temas como posicionamento e reconhecimento de marca.

Em relação ao bom e velho e-mail, newsletter é uma das formas mais tradicionais de fazer remarketing e manter contato com o cliente.

No seu blog, é fundamental seguir temas que estão de acordo com os as diretrizes do seu negócio e pertinentes ao mercado em si. O ideal é que você seja procurado como referência naquilo que se propõe a fazer.

O Inbound é basicamente o compilado das estratégias citadas acima, que visam atrair clientes de forma que eles vão até você, por meio da produção de conteúdo relevante que ajuda a reduzir custos e encurta o processo de vendas, pois o cliente que está interessado já está em contato com você por conta de seus conteúdos e reduz seus custos por não ser uma divulgação cara. É sempre importante mensurar seus resultados, para saber se esse investimento está trazendo resultados satisfatórios.

 

Adriana Pinheiro
Redatora e locutora

Storytelling

Storytelling: narrativas inesquecíveis que se vendem sozinhas

Uma autêntica e criativa história leva o público a uma jornada de mudanças e transformações, faz conexões emocionais e inspira, e o principal desafio dos publicitários que querem usar storytelling é aprender a entreter e transmitir uma mensagem. Abaixo está um breve manual de esclarecimentos sobre a técnica que pode ajudar:

1. Para o que serve?

Para prender a atenção das pessoas, que é cada vez mais escassa. Contar uma boa história é um caminho curto para conseguir essa missão.

2. Histórias são sobre pessoas e seus sentimentos

Toda história precisa de pelo menos um personagem para desempenhar o papel de protagonista. E pouco importa se ele é humano, extra-terrestre ou robô, o importante é que tenha sentimentos de uma pessoa, a ponto de conseguir a identificação do público.

3. Histórias são sobre eventos extraordinários

Sobre quais dias da sua vida você fala para seus amigos no bar? Aquele dia típico em que nada aconteceu, ou aquele coberto de coisas extraordinárias? Pois é. Intuitivamente a maioria das pessoas sabe muito bem contar histórias e cativar seus públicos. Já tem um personagem para gerar empatia? Ótimo. Agora faça algo totalmente fora da rotina acontecer em sua vida para que as pessoas comecem a prestar atenção.

4. Histórias mostram do que as pessoas são feitas

Toda história é sobre um personagem tentando vencer obstáculos para conquistar um objetivo que decorre de uma quebra de rotina. Sem esses obstáculos, as histórias ficam chatas. É preciso sempre haver uma dúvida se o personagem vai conseguir chegar lá ou não.

Coca-Cola é um case que cria uma atmosfera motivacional e aspiracional. A empresa vende felicidade e o desejo de revolução pessoal e, implicitamente, leva o seu produto até mesmo para pessoas que admitem os malefícios do refrigerante para a saúde das pessoas.

 

Adriana Pinheiro
Redatora e locutora

ME, MYSELF AND A.I.

Minhas principais inspirações para este texto foram os filmes Ela, Inteligência Artificial, O Exterminador do Futuro, 2001: Uma Odisséia no Espaço e um episódio do seriado Black Mirror.

“Ela” é o drama de um escritor solitário que acaba de comprar um novo sistema operacional para o seu computador e se apaixona pela voz deste programa, dando início a uma relação amorosa entre ambos. A história explora a relação entre o homem contemporâneo e a tecnologia.

“Inteligência Artificial” traz um computador independente, com inteligência artificial, conhecido como A.I., que irá passar por uma jornada emocional inesquecível.

Em “O Exterminador do Futuro”, Skynet é uma inteligência artificial altamente avançada, criada no fim do século XX.

O malvado HAL, de “2001: Uma Odisséia no Espaço” é desonesto depois que os humanos planejam desativá-lo.

No episódio “Hang the DJ”, da 4ª temporada de “Black Mirror”, um aplicativo promete encontrar um par ideal, mas antes faz alguns “matches” com data de validade programada.

Hollywood ajuda um pouco a compreender este tema que ainda é tão mal interpretado: Inteligência Artificial. A combinação entre robôs e softwares deixa muitas dúvidas por aí.

Pesquisas de opinião mostram que mesmo líderes empresariais não têm um senso detalhado a respeito disso e que muitas pessoas comuns confundem o assunto com robôs superpotentes ou dispositivos hiperinteligentes.

Esses sistemas tomam decisões que, normalmente, requerem um nível humano de especialização e têm três qualidades que constituem a essência da Inteligência Artificial: intencionalidade, inteligência e adaptabilidade.

Hoje, acredita-se que a Inteligência Artificial se refere a máquinas que respondem à estimulação consistente com as respostas tradicionais dos humanos, dada a capacidade humana de contemplação, julgamento e intenção.

Você sabia, por exemplo, que computadores avançados, como o IBM Watson, já venceram seres humanos no xadrez? Pois é, eles são capazes de processar instantaneamente enormes quantidades de informações.

Na medicina, o melhor sistema de diagnóstico de câncer hoje é quem? O próprio Watson da IBM.

Os algoritmos de inteligência artificial são projetados para tomar decisões. Eles são diferentes de máquinas passivas que são capazes apenas de respostas mecânicas ou predeterminadas. Usando sensores, dados digitais ou entradas remotas, eles combinam informações de várias fontes diferentes, analisam o material instantaneamente e agem de acordo com os insights derivados desses dados.

Um exemplo da indústria de transportes mostra como isso acontece. Veículos autônomos são equipados com detecção de luz e alcance e sensores remotos que coletam informações do entorno do veículo. O detector usa a luz de um radar para ver objetos na frente e ao redor do veículo e toma decisões instantâneas sobre a presença de objetos, distâncias e se o carro está prestes a acertar alguma coisa.

Muitas aplicações da inteligência artificial já estão inseridas no nosso dia a dia e sabemos que no futuro sentiremos a presença da AI com mais intensidade, tanto na vida pessoal, como na profissional.

Ah, e se você já teve alguma experiência com assistentes virtuais, robôs de atendimento ou qualquer coisa do tipo e achou uma droga, saiba que, com a inteligência artificial, eles terão uma comunicação muito mais humana ou até melhor. Sem mau humor, esquecimentos ou distrações durante um atendimento.

 

Adriana Pinheiro
Redatora e locutora

VANTAGENS DA URGÊNCIA

Transforme o senso de urgência em prestação de serviço

Pensando em gastar energia (e dinheiro) na medida certa para que os esforços de marketing digital não venham a ser perdidos, com foco nos resultados de sucesso, elaborei uma breve listinha que pode ajudar no planejamento de campanhas:

1. Faça um planejamento anual

Monte um cronograma de ações e metas para colocar em prática durante o ano. Diagnostique a situação da empresa, encontre problemas e soluções.

2. Faça as perguntas certas

Tipo essas:

  • Qual é o número de visitantes mensais das páginas dos seus clientes nas redes sociais?
  • Foram usadas Landing Pages para disponibilizar ofertas?
  • As promoções em banners (calls-to-action) no site e mídias pagas (Google Adwords, Facebook Ads) direcionando para essas páginas estão trazendo resultados?
  • Estamos usando e-mail marketing para nos relacionar com a base de leads?
  • Temos fluxo de automação de marketing?
  • O processo de vendas está bem definido?   
  • As metas de vendas estão sendo alcançadas?

3. Busque informações sobre o seu mercado

Conheça as concorrências e demais empresas que estão inseridas no mercado do seu cliente.

4. Acompanhe a execução do trabalho

A escolha das métricas mais importantes vai depender muito do mercado e da realidade atual do seu cliente.

5. Não perca o controle

Mesmo tendo um bom planejamento de marketing digital e uma execução assertiva, existem diversos fatores que podem levar a um período ruim e gerar dificuldades para a empresa bater a meta.

Se precisar de um plano B, use desses artifícios para correr atrás do prejuízo:

  • Lançamento de novos materiais.
  • Novos e-mails.
  • Guest posts/Parcerias.
  • Novos Posts.
  • Compra de mídia.

Por hoje, é isso! Espero que as dicas tenham sido úteis. Aproveito para lembrar que é fundamental que toda a empresa tenha um claro entendimento das prioridades para que sejam atingidos todos os seus objetivos.

 

Adriana Pinheiro
Redatora e locutora

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